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Medição por quantidade x avanço no olho: por que o número muda a decisão

28 de julho de 2026 · 5 min de leitura

Avanço estimado no olho distorce a Curva S e esconde atrasos. Medir pela quantidade executada dá base real para projetar o término da obra.

Quando o avanço de uma atividade é chutado - aquele clássico 70% que na verdade é 50% - toda a Curva S herda o erro. E como a projeção de término se apoia na curva, a data que a diretoria recebe passa a ser otimista demais.

Medir pelo que foi feito

Medição por quantidade é simples: em vez de estimar um percentual, você informa quanto executou de um total. Executei 42 de 120 metros cúbicos de concreto. O percentual (35%) sai do dado real, não da percepção. Sobre muitas atividades, essa disciplina muda a inclinação da Curva S e, com ela, a data projetada de término.

Do número à projeção

Com a medição confiável, a técnica de earned schedule projeta quando a obra termina se o ritmo físico atual se mantiver. É uma terceira linha na Curva S, ao lado do previsto e do realizado, acompanhada do SPI baseado em tempo. A conversa deixa de ser "estamos atrasados?" e passa a ser "neste ritmo, entregamos em tal data".

Como o Vertex faz

No Vertex, você mede por quantidade e o percentual é calculado no servidor, com casas decimais. A Curva S ganha a linha de projeção automaticamente, e há uma calculadora de produtividade no editor para estimar durações a partir do ritmo das equipes.

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